Reformando sem perder a identidade

Construído na década de 1940, o espaço de 200 m² havia sido modificado por camadas de pintura e carpetes. Amantes de arte e arquitetura, os novos donos determinaram, portanto, que a reforma buscasse o padrão pioneiro da construção. Graças a isso, encontraram preciosidades, como paredes de mármore verde e revestimentos de pastilhas com diferentes desenhos em losângo. Decidiram então chamar a arquiteta Alessandra Sacchi para concluir a obra.

A planta original do imóvel foi mantida, preservando o living e o escritório na ala principal. A sala se conecta a um imenso corredor que leva aos dormitórios, banheiros e cozinha. Exceto pelos ambientes molhados, que foram totalmente renovados, tudo no apartamento se aproxima daquilo que foi proposto por Portaluppi (arquiteto que projetou o apartamento na época).

Para valorizar a austeridade típica da década de 1940, o décor buscou elementos que contrastam com as linhas do imóvel, em especial por meio do jogo de luminárias, tanto as pendentes quanto as de piso, que fazem um verdadeiro passeio pela história recente do design. Para completar, móveis como o sofá Solo, de Antonio Citterio, e a poltrona Papilio, de Naoto Fukasawa, realçam a identidade original do apartamento e fazem uma justa homenagem ao arquiteto.

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Fonte: casavogue.globo.com

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