A luz X A intenção

O homem sempre tentou encontrar a sua alma, seja adorando a luz do sol, ou da lua.

No teatro grego e romano, a iluminação era exclusivamente natural, espetáculos ao ar livre, e de dia.

Mas ao dominar o fogo, acendendo fogueiras por necessidade, deu-se início a história da iluminação artificial. Vieram então os lampiões, esses eram bastante precários:  sujavam o teto, as cortinas e os estofados e ainda podiam pingar gotas de azeite na cabeça das pessoas. Então, uma das únicas coisas que não mudaram desde a Grécia até os dias de hoje é o significado da luz: um símbolo de espiritualidade, misticismo e totalmente psico. (Que aliás “psico” vem do grego psykhê: “alma“.)

Falando ainda em história, o homem primitivo deixou suas marcas nas cavernas escuras com o auxílio de tochas e, através de seus rituais e lendas, a luz funcionava como elemento teatral. E então, há quem não valorize ainda esse item tão interessante, espontaneamente charmoso e que atinge tão internamente as pessoas. DEAR GOD!

Luz é arte! Há alguém disposto a não pensar nela dentro de um ambiente? Economia? Mas, por isso existem pessoas no mercado luminotécnico super competentes e que nos iluminam com seu amor pela profissão. Na loja “Delumini”, ( sitehttp://www.delumini.com.br/ ) você encontrará a Carla e uma de suas paixões: a luz. Com ela, a eficiência é com beleza, pois a loja possui um acervo belíssimo do que há de luminárias com requinte e a constância de novos produtos é visível. Ela possui uma equipe incrível também e, qualificada para o mercado.

Em um mundo que está andando a passos tão largos, a profissão de interiores precisa andar a quatro passos largos. Ela caminha com a moda, a tendência de ser! Precisa dizer mais? Não é lenda, não é ser piegas, é a realidade jogando uma água fria em quem não se qualifica, não se renova e não procura saber do “novo”. Então queridos leitores: não apaguem-se, não engessem-se, haverá amanhã sempre uma luz diferente, mais eficiente, mais bem disposta em algum mobiliário, basta se informar e entender suas performances enigmáticas. (Atento: Uma parede vermelha ganhar banho de luz fluorescente é o mesmo que você pedir para seu sobrinho de 3 anos rabiscar nela, estamos conversados?)

E falar em moda é falar no “The Best“, ou melhor,  nos LEDS! Que surgiram há 10 anos, estão fazendo lenda integrando-se a sustentabilidade, o custo benefício, a beleza e a flexibilidade dentro de projetos, que infelizmente apenas AGORA “cuidar do mundo” virou preocupação. (Obs.: Se você colocar LED no seu lustre  Louis XV de vidro transparente, se jogue no rio, ok?)

Enfim,  seguem fotos de utilização dos LEDS, seu tamanho minúsculo implantável, a fita de LEDS:

Eles estão cada vez mais abraçando projetos e, delicadamente roubando a cena.

Foto: fita LED. (Melhor ainda qdo à prova d’água, né?)


A moda luminotécnica é visível e precisa atender todas as expectativas: a de um cliente que entende a rapidez da tecnologia e quer  integrar-se do que existe de bom e de melhor.

Enfim, como disse o grande Professor Gretz em uma de suas recentes palestras no “Centro de Eventos Itália” em Balneário: (site: http://www.gretz.com.br/) “..a águia tem um dos melhores focos entre os animais que existem..” LIVRO: “Voando como a águia”.

Então, um profissional que ignora um ato de luz dentro de seu ambiente, está literalmente, irrevogavelmente, sem foco.

A luz elétrica provocou mudanças no conceito de cenografia, figurino, alterando o aspecto visual de um espetáculo antes, agora e sempre.
O cenário pictórico é substituído pelo cenário construído e nós, profissionais, eternos diretores.

Bons projetos!

Thonia.

Escritório Design & Projeto / Selent Construtora & Incorporadora.

*CURIOSIDADE: Não resisti! Agora você pode brilhar não só na vida, mas no sangue:

Em uma inovação que supera os conceitos de roupas inteligentes e “computadores de vestir”, um grupo internacional de cientistas está desenvolvendo circuitos eletrônicos não para serem usados como roupas, mas para serem implantados sob a pele. Eles são fabricados sobre um substrato de vidro e depois transferidos para uma folha de um plástico conhecido como PDMS (poli[dimetilsiloxano]), o plástico recobre inteiramente os LEDs, evitando seu contato direto com o organismo. Está tudo por enquanto sendo testado em animais.

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